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domingo, 16 de outubro de 2016

Aniversário Bazar Magic - 22 de Outubro - Sorteios!



Se liga, rapaziada:

Aniversário da Bazar Magic e Galápagos Day - 22 de Outubro - Com games exclusivos, sorteios, Bolo e refrigerante, afinal é um aniversário ;) Anota o dia aí na agenda, nos vemos por lá.



Confirme presença aqui: https://www.facebook.com/events/1107818995972778/
Página do Facebook: https://www.facebook.com/bazarmagic 
Tel.: (11) 3798-0230 

Endereço: Rua Jordânia,32 - Próximo a estação Guilhermina-Esperança do Metrô - São Paulo 
Fica a 3 minutos a pé do metrô

Informações sobre o evento: 

- Data do evento: 22 de outubro 2016 
- Horário: Início 9h até Às 21h 
- 10 board games abertos na mesa com a possibilidade de serem trocados durante o dia (caso você não queira jogar o jogo que está na mesa será feita a troca para você). 
- 2 jogos em primeira mão para jogar STAR WARS: DESTINY e MANSIONS OF MADNESS

 







- Sorteio às 15h de um Board Game da Galápagos


- Sorteio às 18h da Funbox


- Sorteio de dois itens da loja durante o dia que é um POP Funko do Han Solo e uma camiseta da Piticas de escolha do ganhador.


- Bolo e refrigerante. - Toda a loja com 10% de desconto (exceto produtos já em promoção). - Dúvidas no e-mail: marketing@bazarmagic.com.br

#bazarmagic #galapagosjogos #funbox #starwarsdestiny #mansionofmadness


quarta-feira, 5 de outubro de 2016

SALDÂO de PITICAS (R$ 10,00) no Bazar Magic 09/10/16



Se liga, rapaziada.
Anota o dia aí na agenda que o barato vai ser L_O_K_O! Tá chegando!


SALDÂO de PITICAS - Link do Evento: http://bit.ly/2cZx6wJ

Página do Facebook: https://www.facebook.com/bazarmagic
Site: http://www.bazarmagic.com.br/
Tel.: (11) 3798-0230

Endereço:
Rua Jordânia,32 - Próximo a estação Guilhermina-Esperança do Metrô - São Paulo
Fica a 3 minutos a pé do metrô

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Informações do Saldão

- O evento vai ser no dia 09 de outubro às 10h até às 18h
- O valor de é R$ 10,00 cada a partir de 3 peças
- Uma unidade sai R$ 15,00
- Camisetas Femininas e Masculinas.
- Camisetas de todos os tamanhos, inclusive BODY para bebês.
- Não tem limite de compras, as pessoas podem comprar quantas quiserem.
- As camisetas são ponta de estoque
- Não é perimido troca
- Dúvidas no e-mail: marketing@bazarmagic.com.br





terça-feira, 6 de setembro de 2016

Unbox - Mixture Box #1 - Monstrão


Olá, internéticos. Eu sou o Robô.

Chega ao mercado Brasileiro mais uma incrível mistery box, A Mixturebox , uma verdadeira salada de nerdice. Com a promessa de inovar o concorrido mercado, essa box chegou como um soco do HULK na briga... literalmente XD


Fica ligado que o próximo tema da Mixturebox é "Go Hunting" (Pokemon).

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E aew, o que acharam da caixa? Abaixo segue os links para assinatura:

Site para assinatura: http://www.mixturebox.com.br/

Página do Facebook: https://www.facebook.com/mixturebox/

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Facebook: http://www.facebook.com/paginaroboguerreiro

E-mail: robo@roboguerreiro.com

Quer um produto bom e barato? Acesse o garimpeiro e faça seu pedido:

http://www.facebook.com/garimpeirovirtual

Canal do Telegram: https://telegram.me/garimpeirovirtual

Ou simplesmente busquem por @garimpeirovirtual no Telegram
(APP aqui: https://goo.gl/mdiR8a )



segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Unbox - Zumbi na Caixa #1 - Star Wars


Olá, internéticos. Eu sou o Robô.

Conheça a Zumbi na Caixa, a mistery box que chegou na apelação com o tema Star Wars. Assista o Unbox e conheça também os planos de assinaturas disponíveis, inclusive o inovador plano para casais.


Fica ligado que o próximo tema da Zumbi na Caixa é O Senhor dos Anéis.

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E aew, o que acharam da caixa? Abaixo segue os links para assinatura:

Site para assinatura: www.zumbinacaixa.com

Página do Facebook: www.facebook.com/zumbinacaixa

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Facebook: www.facebook.com/paginaroboguerreiro

E-mail: robo@roboguerreiro.com

Quer um produto bom e barato? Acesse o garimpeiro e faça seu pedido:

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Ou simplesmente busquem por @garimpeirovirtual no Telegram

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quinta-feira, 10 de março de 2016

Capitão América: Guerra Civil - Trailer mostra Homem-Aranha em ação:



Eita moleke, louco esse design do teioso, não? Caraca, até deu calor e aumentou o HYPE com essa última cena. Reparou nos olhos expressivos? Isso já é Deadpool ditando tendência.


terça-feira, 8 de março de 2016

Unbox - Nerd ao Cubo #9 - Desafios

Olá, seus lindos! Bora conhecer a Nerd ao Cubo:


Abaixo segue o link para o site da Nerd ao Cubo. Lá você vai saber um pouco mais sobre essa caixa maravilhosa e também poderá fazer a sua assinatura. Vá lá, depois me conte o que achou:

Site: www.nerdaocubo.com.br

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Facebook: www.facebook.com/paginaroboguerreiro

E-mail: robo@roboguerreiro.com

Quer um produto bom e barato? Acesse o garimpeiro e faça seu pedido:

www.facebook.com/garimpeirovirtual

domingo, 6 de março de 2016

A Bruxa - Crítica


O folclore americano é apinhado de contos envolvendo bruxaria, com o tempo esses contos se tornaram cantigas para assustar as crianças mais levadas, talvez o diretor Robert Eggers tenha sido uma dessas crianças, pois a origem de A Bruxa remete aos primeiros pesadelos do diretor estreante. E que bela estreia.

Esse medo de Robert se tornou obsessão e o desejo dele era levar para a tela uma história pautada na realidade, algo sujo e plausível. Uma história que explicasse o que levou a histeria coletiva que viria a acontecer anos mais tarde em Massachusetts, episódio esse que seria conhecido até hoje como o julgamento das bruxas de Salem.

Robert Eggers mergulhou nos estudos durante quatro anos. Para trazer à realidade, a ignorância e o fanatismo supersticioso vivido naquela época sombria dos Estados Unidos colonial do século XVII.

O que muitas pessoas não sabem é que o filme todo é baseado em relatos reais e em documentos históricos que evidenciam a prática de rituais de magia nesse período conturbado da história americana. Como disse o próprio Eggers, seu desejo era que esse filme fosse o pesadelo de um fanático religioso do século XVII e que pudesse ser “baixado” para o cérebro da plateia.

Durante a assistida conseguimos perceber o motivo do diretor/roteirista estreante estar sendo tão falado e elogiado pelos críticos. O cuidado que Eggers teve ao recriar a ambientação e todo figurino do elenco é assombroso. A obsessão com esse detalhamento é tanta, que toda a fragilidade das estruturas que vemos na fazenda, da pobre família protagonista do filme, é real. As casas foram construídas com ferramentas da época. O mesmo tratamento é dado ao impressionante figurino do elenco, algo que ajudou mais ainda na imersão do pesadelo histérico.

Outro elemento que se destaca é a cinzenta fotografia, que trabalha a favor do roteiro mantendo o clima cada vez mais claustrofóbico a medida que a família vai sendo engolida pelas sombras no desenrolar da projeção. Tudo isso embalado pela Requiem for Soprano do monolito negro de Stanley Kubrick (de arrepiar).

Aqui a canção macabra:

 

A ótima atuação do elenco enaltece ainda mais a obra, uma atenção especial para o elenco mirim que dá um baile em muito ator marmanjo de Hollywood. A protagonista, Thomasin (Anya Taylor-Joy) está impecável, a atriz possui uma beleza singular e uma sensualidade oculta que causa uma inquietação tremenda até os momentos finais do filme… e que momentos finais (O_O).

A Bruxa, não é um terror comum. Além de se desenrolar em um ritmo lento e asfixiante, ele é o terror do medo, do desconhecido e da estranheza. É evidente até mesmo elementos lovecraftanos na obra: a floresta tratada como uma ameaça real e a Inocência de pensar que há salvação onde todos já nasceram condenados ao sofrimento.

O terror aqui é psicológico, é o terror de mal-estar, de que há algo errado naquele ambiente e que esse “algo de errado” acabou infectando você de alguma forma, pois mesmo após os créditos finais algumas questões vão te acompanhar. O mesmo terror explorado em o Bebê de Rosemary, Babadook, Violência gratuita, Corrente do Mal e no inglês Sem Saída onde Fassbender faz uma ponta. Por não ser um terror pop é onde os desavisados deslizam e acabam por odiar o filme, ou até mesmo tentar procurar onde está o terror naquilo tudo. Como disse, A Bruxa não é um terror moderno tradicional, sangrento ou sobrenatural como annabelle ou Invocação do mal por exemplo, maior prova disso é que em momento algum ele apela para sustos. Ele prefere ser mais sutil trocando o assustador pelo profano e usando a violência quando é necessário chocar.

Robert Eggers entrega ao mundo um terror moderno de arte, ou seja, não é um filme para o público casual, esse filme é uma aula de história crua e realista, o estopim da histeria coletiva que assolou a mente dos fanáticos religiosos dos Estados Unidos colonial. A obra é tão profana que vem sendo exibida gratuitamente por seitas satânicas em diversas partes dos Estados Unidos. “uma impressionante apresentação da visão Satânica” (porta voz de um Templo Satânico dos EUA). Para os amantes de cinema, os últimos minutos da projeção revelam as cenas mais perturbadoras e desconcertantes do cinema de terror dos últimos tempos (nesse momento eu já estava dentro da poltrona).

Nota 8/10

Trailer:




quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

O que é Blind Box (Mistery Box)?

O que é esse serviço blind box ou mistery box que está chegando no Brasil?
No vídeo, eu, Robô, conto um pouquinho sobre essa novidade surpreendente, confiram:



Assistam os unbox no canal do robô.


segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Demolidor - Temporada 2 - Trailer


Acabou de sair o primeiro trailer da segunda temporada de Demolidor, confiram o quebra-pau:



domingo, 14 de fevereiro de 2016

Deadpool - Crítica



Deadpool sempre foi conhecido como sinônimo de zoeira, a partir de hoje também será sinônimo de mudança no cinema... ou não.


O que falar sobre Ryan Reynolds? Particularmente nunca gostei do ator e de nenhuma de suas atuações, exceto pela rápida participação em “Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola” de 2014 onde ele aparece apenas para levar um tiro por suas péssimas atuações.
Entretanto, em Deadpool, faço questão de admitir seu ótimo trabalho - Não é que ele finalmente se encontrou? - Assim como aconteceu com Chris Evans, Deadpool fez por Ryan Reynolds o mesmo que fez o Capitão América por Chris Evans. Enfim Reynolds, que já era muito fã do personagem, encontrou seu uniforme nesse mundo cinematográfico de “super-heróis”. Reynolds atuou, não apenas em frente as câmeras, mas participou ativamente da produção do longa e ainda mais na campanha publicitária - para você ver o quanto o cara queria que esse filme desse certo.


A estrada foi longa para a aprovação do filme, anos para que a Fox fosse convencida que um filme de super-herói categoria R (faixa etária 18 anos nos estados unidos) realmente daria certo e teria público suficiente para render um retorno aceitável para o estúdio. Felizmente foi concedido o sinal verde e a zoeira de polpa chegou às telonas.


O que torna o filme de Deadpool tão único é que desde os créditos iniciais ele mostra que está disposto a não levar nada a sério - quando eu digo nada é nada mesmo. Nem mesmo a produção nos créditos iniciais e finais escapam da zoeira “never ends” de Deadpool. Mas a cereja do bolo é a quebra da quarta parede que o personagem proporciona em inúmeros momentos do filme, com direito a estranheza no olhar de outros personagens quando Pool para a cena e olha a câmera para falar com o público. Mas a zoeira não para por aí, além das piadas afiadas de Reynolds, o filme joga baldes e baldes de referências no público, tanto referencias visuais quanto referências embutidas nas próprias piadas do personagem. Os x-men, o orçamento do filme, atores e nem a atuação Reynolds escapa da zoeira de Mr. Pool - tem como ser mais metalinguístico que isso? Acredito que não. É evidente que o longa é uma produção de fãs para fãs, mas tem o cuidado de também ser um longa de origem para abraçar os recém-chegados. Outro ponto positivo do filme é o uso da violência: ela não acontece porque pode acontecer (gratuita), e sim porque precisa acontecer.


Mas nem tudo é um mar de rosas, infelizmente, apesar da  ótima direção do estreante Tim Miller, o roteiro de Rhett Reese e Paul Wernick (zumbilândia), que começa seguindo a contramão de tudo o que já vimos de super-heróis no cinema, em seu desfecho sobe nos trilhos e entrega um clímax genérico e mais catastrófico que o necessário - até parece que o filme dá uma brochada depois de tanta piada com pinto e bunda. O CG “plástico” e artificial do marombado Colossus seria mais incômodo se não fosse zoeira e a metalinguagem adotada pelo filme. A personagem cega Al (Leslie Uggams) parece perdida e sem muito uso durante o filme. A Campanha de marketing pesada do filme, apesar de necessária, acaba prejudicando, pois a história que vemos se desenrolar na telona nada mais é do que aquilo que já foi contada nos trailers, teaser e spots, deixando pouca coisa inédita para ser assistida na hora “H”.


Apesar dos deslizes, Deadpool é um filme divertidíssimo, podemos considerar o filme de “super-herói” mais divertido da Fox. Prova que o mercenário merece seu espaço no cinema e tem público faminto por mais dessa zoeira. E se esse filme não mudar a maneira que os estúdios enxergam as produções de “super-heróis”, infelizmente podemos ter certeza que os estúdios de Hollywood são controlados por velhos ignorantes que continuarão empacando ótimas adaptações como essa. Vale lembrar que as duas cenas pós-créditos são mais engraçadas que muitos filmes de comédia dos últimos dez anos.


Nota 8.5/10